sexta-feira, 26 de julho de 2013

Faltando três meses para o Enem, alunos devem focar em revisões

A apenas três meses para o primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013, os estudantes devem intensificar o estudo dos conteúdos de que já têm domínio básico, de acordo com os professores ouvidos pelo UOL. A ideia é aproveitar o tempo de estudo, cada vez mais escasso a partir desse período.
"Nessa altura, compensa mais o aluno aprimorar o que ele já sabe. Se após três anos do ensino médio ainda há informações ou conceitos que ele não tem nenhum domínio, o ideal é deixar de lado e focar naquilo que ele sabe que pode ainda melhorar", aconselha Célio Tasinafo, diretor pedagógico da Oficina do Estudante.
Como o Enem é uma prova que exige do aluno muita leitura e interpretação, o professor acredita ser fundamental o treinamento prático nessa fase. "Os estudantes acham que já dominam isso, mas até os que sabem podem ser derrotados pelo tempo", diz. "Tem questões que ocupam meia página, então o aluno que intensificar as estratégias práticas vai ter vantagem".
Para treinar, o estudante pode fazer uma série de questões diversas vezes até resolvê-las no menor tempo possível, deixando os temas de maior dificuldade por último. "Se ele souber que tem mais problema com texto em verso, ele deve deixar isso para depois e responder primeiro o que está em prosa. Quanto mais prático ele for agora, melhor ele será na prova", afirma Tasinafo.
Elcio Bertolla, professor de química do cursinho CPV, concorda que a quantidade de exercícios feitos e o tempo que o aluno se dedica a eles após as aulas faz toda a diferença. "Digamos que você não saiba andar de bicicleta. Mesmo tendo as aulas teóricas, você só vai aprender mesmo na prática. É a mesma coisa com o conteúdo. Quem vai digeri-lo é o aluno". 

Outras dicas

Se o estudante sente que não se preparou o necessário e ainda possui muitas dúvidas, o recomendado é que ele pegue tópicos fundamentais -- como, por exemplo, questões de meio ambiente, mundo do trabalho, urbanização e industrialização.
Como geralmente os vestibulandos prestam outros vestibulares além do exame, Tasinafo acredita que reservar um período de dois a três dias por semana para estudar especificamente para o Enem também é uma boa ideia. "Nos outros dias, o aluno pode continuar no ritmo que ele vinha tendo, mas aumentando as horas para as disciplinas em que ele tem condição de aprender mais", aconselha.
Para a redação, ainda dá tempo de começar a praticar a leitura com jornais ou revistas, qualquer que seja o posicionamento ideológico. Além, é claro, de escrever ao menos um texto por semana sobre algum tema que esteja atual. O UOL possui um banco de redações para o qual os internautas podem mandar suas produções. Todo mês há um novo tema proposto.
"Ninguém vai aprender a fazer redação se não tiver o que dizer, por isso o aconselhável é pegar temas de anos anteriores, dar uma olhada nas melhores redações e ver as regras de correção. Isso está no site do Inep [Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais]. Menos de 5% dos alunos leem essas regras", diz o coordenador da Oficina do Estudante.

Enem 2013

As provas acontecerão nos dias 26 e 27 de outubro, o exame começará às 13h (horário de Brasília).
No primeiro dia, serão aplicadas as provas de ciências humanas e ciências naturais e o aluno terá 4 horas e 30 minutos para realizar a prova. No segundo dia, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, de matemática e a redação e o candidato terá 5 horas e 30 minutos.

O Guia de Participação 2013 com exemplos de redação nota mil deverá ser publicado na segunda quinzena de agosto.

domingo, 21 de julho de 2013

Alunos desconhecem como funciona a pontuação do Enem


A maior parte dos estudantes tem dúvidas sobre como funciona a pontuação final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, feita pelo painel Conectaí, com 1.953 usuários que navegaram no site do Guia do Estudante, entre 4 e 9 de junho, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem como são pontuados.
O levantamento mostra que 62% dos estudantes entendem mais ou menos como funciona a pontuação, 24% não entendem e 14% entendem muito bem. A pesquisa mostra também que 23% dos estudantes desconfiam do sistema de correção do exame, 20% não confiam nem desconfiam e pouco mais da metade, 58%, dizem confiar nas correções.
Todos os anos, o Enem é alvo de processos judiciais. Especialistas e estudantes dizem que a desconfiança e o desconhecimento vêm da falta de transparência na divulgação dos resultados.
O especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado, explica que a nota do Enem é dada por desvio padrão. Dessa forma, mesmo que um estudante acerte o mesmo número de questões que outro estudante, isso não garante que eles tenham a mesma pontuação. “Primeiro todas as provas são corrigidas, depois verifica-se a porcentagem de estudantes que acertaram uma questão ou outra. Aqueles que erram questões que a maioria acerta têm a pontuação reduzida, pois é esperado que tenham esse conhecimento. O que acontece é que aqueles que acertaram muito ficam com a impressão que tiraram uma nota menor e a grande maioria acredita que tirou mais do que acertou".
Prado diz que o sistema é melhor para que seja avaliado o conhecimento do estudante, mas também mais complexo. Outra dificuldade é a falta de transparência: mesmo que o aluno saiba fazer os cálculos ele não consegue, por não ter disponíveis todas as variáveis. “Só quem tem conhecimento das questões consideradas fáceis, médias ou difíceis é o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - responsável pelo exame]. Mesmo que os alunos soubessem como é feito o cálculo, não conseguiriam fazer e isso causa muita indignação”, diz uma das diretoras do 3º ano do Pré-Vestibular Charles Darwin, de Vitória e Vila Velha (ES).
Segundo ela, a falta de transparência também na correção das redações faz com que um baixo percentual confie nas correções. “Esse índice deveria ser não 58%, mas 80%, 90%. Levada para um universo mais amplo, a pesquisa mostra que de 6 mil inscritos no exame, pouco mais de 3 mil confiam nas correções”.
A estudante Thais Bastos se sentiu injustiçada com as correções e levou o caso à Justiça no último exame. “Ninguém sabe explicar direito a pontuação”, disse. Ela reclama da “ausência da possibilidade de revisão de qualquer parte da prova”. Segundo a estudante, caso pudessem ser revisitadas questões pontuais poderiam ser aperfeiçoadas, o que não é possível conhecendo-se apenas a nota final.
O também estudante Ricardo Bolelli disse que teve aulas no cursinho sobre como a nota do Enem é calculada. Mesmo assim decepcionou-se quando veio o resultado. Ele obteve uma nota maior no segundo ano, quando fez a prova apenas para treinar. Na ocasião, ele acertou 130 questões. “A nota foi maior do que a do Enem que fiz no meu terceiro ano do ensino médio e acertei 150 questões da prova. Vivemos a realidade da prova. Presenciamos casos que nos fazem perder a fé no exame. Pessoas que acertam 20 questões a menos e mesmo assim tiram notas maiores”.
Thais e Ricardo também reclamaram da correção das redações. “Todo ano o Ministério da Educação (MEC) vem com inovações que teoricamente garantirão correções mais justas, mas não é isso que vemos na prática”, diz Ricardo.
O Inep considera positivo o fato de quase 60% dos estudantes confiarem na correção e apenas 23% desconfiarem.  Além disso, a autarquia informa que são disponibilizados vários canais para que os estudantes tenham acesso a informações do exame. O Inep cita o espaço virtual do Enem; o próprio edital, que informa os critérios utilizados na correção da prova objetiva e da redação, assim como esclarecimentos sobre o cálculo da nota final do exame; o site do Inep; além do atendimento pelo telefone 0800 61 61 61 ou pelo espaço virtual da autarquia.
Em relação à correção das redações, o MEC fez vários ajustes para o Enem 2013. A expectativa é que o processo seja mais rigoroso e ainda mais confiável. Entre as medidas, brincadeiras não serão toleradas e os corretores terão mais horas de treinamento. A pesquisa do Ibope mostra ainda que a maioria dos que responderam à pesquisa, 73% vão usar o Enem para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) - que seleciona candidatos a vagas de instituições públicas de ensino superior -, 44% usarão o Enem também para concorrer a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) - em instuições particulares de ensino superior - e 27% para obter um financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O Enem de 2013 recebeu número recorde de inscrições, 7.173.574. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Fuvest, Unicamp e Unesp divulgam calendário do vestibular 2014

A Fuvest, a Comvest e a Vunesp divulgaram, as datas principais do calendário unificado dos processos seletivos para as vagas da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp). As datas dos vestibulares das principais instituições de ensino superior paulistas foram acordadas em reunião das instituições no dia 17 de abril. O objetivo é que nenhuma data coincida, para que os candidatos possam participar de todos os vestibulares.

Além da USP, da Unicamp e da Unesp, participaram da reunião a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e de Campinas (PUC-Campinas).
Segundo a Comvest, os candidatos poderão se inscrever para o vestibular da instituição entre 19 de agosto e 23 de setembro. Já as inscrições para a Fuvest serão abertas no dia 23 de agosto e vão até o dia 9 de setembro. O processo de inscrição da Vunesp vai de 16 de setembro a 11 de outubro.
A primeira fase das três instituições acontecerá em três domingos consecutivos: Unicamp em 10 de novembro, Unesp em 17 de novembro e USP no dia 24.
Veja abaixo as datas dos vestibulares de 2014 da USP, Unicamp e Unesp:

Fuvest
Inscrição: de 23/08 a 09/09
Primeira fase: 24/11
Segunda fase: de 05/01 a 07/01
Primeira chamada: 01/02

Unicamp
Inscrição: de 19/08 a 13/09
Primeira fase: 10/11
Segunda fase: de 12/01 a 14/01
Primeira chamada: 03/02

Unesp
Inscrição: de 16/09 a 11/10
Primeira fase: 17/11
Segunda fase: 15/12 e 16/12
Primeira chamada: 27/01

PUC-Campinas
Provas: 29 e 30/11
Prmieira chamada: 13/12
PUC-SP e ITA ainda não divulgaram as datas dos seus vestibulares
 
FONTE: G1 EDUCAÇÃO

Inscrições no Enem 2013 chegam a 4,3 milhões

O Ministério da Educação (MEC) contabilizou, até as 18h15 de quarta-feira, 4.346.173 de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013. As inscrições seguem abertas até as 23h59 do dia 27, exclusivamente pela página da avaliação na internet.
A taxa de inscrição é de 35 reais e deve ser paga pelos candidatos até o dia 29. Estudantes que vão concluir o ensino médio em 2013 em escolas da rede pública e aqueles que comprovarem baixa renda ficam isentos do pagamento. Em 2012, foram registradas 5,7 milhões de inscrições. No entanto, apenas 4,2 milhões de candidatos compareceram ao exame. Para 2013, o MEC espera receber a inscrição de 6,1 milhões de pessoas. 
Por meio da nota obtida do Enem, os candidatos podem participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. O exame também é requisito obrigatório para concorrer a vagas no programa Universidade para Todos (Prouni) —  que concede, a alunos pobres, bolsas de estudo em instituições privadas — e no Ciência sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudo no exterior (confira aqui todas as formas de utilização da nota do Enem).
É importante lembrar que o MEC determinou mudanças na correção da redação do Enem 2013. O objetivo é evitar a ocorrência de deboches, como os que apareceram em textos da edição anterior da avaliação.

FONTE: VEJA

sábado, 18 de maio de 2013

Boas-Vindas Guerreiros! Ao BLOG VESTIBULANDO GUERREIRO





Sejam todos bem-vindos ao Blog Vestibulando Guerreiro! Nosso novo canal de comunicação social, o qual tem por objetivo a prestação de informações, dicas e apoio aos milhões de Vestibulandos espalhados por todo o país. 

Ser um Vestibulando Guerreiro, não é somente estudar, é muito mais; É você ser solidário e ter muita humildade no coração, que fortalecerá a cada dia o espírito de Guerreiro.

Pois, o objetivo maior de um verdadeiro Vestibulando é ser aprovado no tão sonhado Vestibular e tornar-se um excelente profissional em sua área de estudo, compartilhando e ajudando a sociedade.

Começa uma nova etapa nesta luta... Convido a todos que estão engajados neste propósito, para fazer parte deste Exército! Então Avante nas batalhas! Sejam bem-vindos Guerreiros!



"A BATALHA JÁ COMEÇOU..." 
Evandro Ribeiro - Administrador do BLOG VESTIBULANDO GUERREIRO.